GATILHOS MENTAIS: VOCÊ SE COMUNICA COM O CÉREBRO DO SEU CONSUMIDOR?

Se você ainda não explora a técnica de gatilhos mentais, está perdendo uma excelente oportunidade para gerar muito mais negócios com pequenos ajustes no formato da sua comunicação. Nesse post te mostraremos o Top 6 dos Gatilhos Mentais e você vai aprender a conduzir a tomada de decisão do seu potencial consumidor!

Diariamente, nós tomamos quase 35 mil decisões (!!!), que iniciam quando acordamos e escolhemos entre colocar chinelo ou pantufa e seguem desde a definição de roupa para usar para o trabalho, se vamos almoçar em casa ou em um restaurante, até a escolha por lermos um livro ou artigos de blog, como este.

Além disso, existem as escolhas negativas, que estão diretamente relacionadas ao que não queremos fazer durante o dia. O oposto aos exemplos acima.

Todas as nossas decisões consideram uma série de aspectos pessoais, internos e externos, que estão relacionados ao nosso humor, cultura, gostos, expectativas e tantos outros, que nos despertam uma ação rápida entre fazer A ou B. É por isso que uma estratégia de comunicação precisa de Planejamento de Marketing (saiba como fazer o seu em 4 etapas AQUI), pois explorar estes critérios no envio de uma mensagem para o consumidor faz toda a diferença na sua tomada de decisão. E para qualificar muito o seu processo de comunicação, você precisa utilizar os Gatilhos Mentais.

O que são os Gatilhos Mentais?

Gatilhos Mentais são estímulos que o nosso cérebro recebe e influenciam diretamente a nossa tomada de decisão. Com tantas ofertas e opções de escolha, funcionamos em “piloto automático” para evitarmos o esgotamento. Estimular de forma estratégica estes gatilhos é uma poderosa arma de persuasão. Aqui explicamos cada um do que consideramos os 6 principais gatilhos de sucesso utilizados no mercado.

TOP 6 GATILHOS MENTAIS
Top 6 gatilhos mentais.

Reciprocidade

Esse princípio propõe que o ser humano apresenta a tendência natural de responder uma ação positiva com outra ação positiva. É o que chamamos de “gentileza gera gentileza”.

Esta técnica é muito utilizada por plataformas que conectam empresas e pessoas, como iFood, Spotify, Uber e tantos outros. No exemplo a seguir, podemos identificar uma oferta de ganho para o usuário do Ifood (que sou eu mesmo ali no exemplo 😄) caso ele convide seus amigos para o uso.

Gatilho Mental reciprocidade: exemplo iFood

Aprovação Social

O gatilho da aprovação social indica que somos influenciados por terceiros em nossas decisões e, naturalmente, quanto mais pessoas optam por algo, mais as outras são levadas a tomar a atitude igual. A popularidade está muito presente aqui.

Isso ocorre quando acessamos sites que contam com depoimentos de clientes satisfeitos. Independentemente da sua área de atuação, o seu consumidor vai se sentir muito mais confortável ao visualizar que outras pessoas confiam no seu trabalho.

Gatilho mental: aprovação social
Seção do site da Empiricus, com depoimentos reais.

Afinidade

Ou Afeição, é o gatilho que afirma que as pessoas tendem a se conectar psicologicamente com quem acham que são parecidos. O motivo pode ser variado, desde medos e angústias até habilidades e características. A comparação é muito comum aqui.

Perfis em redes sociais, principalmente o Instagram, são exemplos claros do uso constante da técnica. A atuação por nicho permite que você se comunique de forma muito próxima com quem passa pelo mesmo problema que você, e é ai que o perfil Mamãe Sarada surge como grande exemplo. Com chamadas impactantes como “RECUPERE O CORPO DE ANTES DA GRAVIDEZ EM 60 DIAS” ele se conectar diretamente com as mamães que o seguem.

Gatilho mental afinidade, com exemplo do perfil @mamaesarada
Perfil @mamaesarada no Instagram.

Autoridade

Este gatilho sugere que o ser humano tende a obedecer ou seguir quem ele julga como superior, por uma questão de respeito. E esta superioridade, neste caso, está relacionada a uma hierarquia profissional (experiência).

Pessoas que atingem um grande status profissional e são utilizadas como referência no seu mercado, podem explorar sua imagem para alavancar suas ofertas comerciais. É o que o Marcelo Tas oferece aqui:

Compromisso

Ou Coerência, indica que, ao se comprometer publicamente com algo, a pessoa se sente pressionada psicologicamente a se comportar de forma alinhada à missão que foi assumida.

“Além da aceitação social, a coerência serve também como atalho para o cérebro”

Robert Cialdini, no livro Armas da Persuasão.

Você se lembra da campanha da Activia aqui no Brasil? Ela se comprometia a devolver o dinheiro da compra dos produtos caso estes não alcançassem o resultado esperado. Dá só uma olhada:

Escassez

Este gatilho é rapidamente acionado quando estamos em posição de perder algo. Com isso, nosso cérebro reage de forma emocional e tenta evitar essa sensação, garantindo que aquilo será seu antes que acabe.

No mercado do turismo colecionamos casos. Se você está procurando uma passagem aérea, constantemente irá receber um aviso na tela de navegação informando que “este é o último acento”, ou então quando procura um quarto de hotel recebe a informação de que “muitas pessoas estão procurando, resta apenas 1 quarto como este”.

Gatilho mental escassez

Os gatilhos mentais, na prática

Para você compreender como estes gatilhos podem ser explorados, na prática, acesse a nossa série especial Gatilhos Mentais no Instagram:

IGTV Gama | Série Gatilhos Mentais


RESUMO
  • Não perca tempo e aumente as suas vendas com simples ajustes na sua comunicação;
  • Se as pessoas tomam mais de 35 mil decisões por dia, você deve ser um escolhido;
  • Com o público bem definido, a sua mensagem irá ativar parte do cérebro do seu cliente;
  • Listamos os 6 principais gatilhos mentais, escolha o(s) seu(s)!

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

COPYWRITING: 12 DICAS PARA CRIAR TEXTOS QUE VENDEM

Se você ainda não conhecia, está na hora de descobrir a técnica de copywriting, utilizada na elaboração de textos persuasivos que vendem. Ou ao menos são capazes de convencer o público a tomar a decisão que você quiser.

Se você tem um negócio, seja ele digital ou não, as pessoas precisam saber o que você faz da maneira mais rápida possível. Senão, elas vão embora e partem para o primeiro concorrente que se preocupa em oferecer isso pra ela.

No Brasil, há mais de 230 milhões de smartphones ativos, mais 180 milhões de computadores, tablets e notebooks. Além disso, o país ocupa a sexta colocação no ranking mundial de assinatura de banda larga fixa, com mais de 31 milhões de assinantes. Em relação às redes sociais (falamos disso em nesse post), o brasileiro passa 225 minutos do dia conectado a estas plataformas, tornando o Brasil o segundo país mais “social” do mundo.

Entendeu por que você deve estar conversando com esse público? As redes sociais estão gerando cada vez mais engajamento entre marcas e consumidores, além de serem o principal canal de vendas de alguns negócios. E tem mais uma surpresa (contém ironia!): o Google é o principal meio de buscas!

Sabe por que a gente falou tudo isso? Porque você precisa criar muito conteúdo relevante para seu público-alvo e convertê-los em consumidores. E se há produtos à venda, a melhor opção é focar no copywriting e produzir uma bela copy! Mas como fazer isso?

O que é copywriting?

Copywriting é uma estratégia de produção de conteúdo com o objetivo de guiar a sua audiência para a tomada de decisão do seu interesse. Esta estratégia é amparada por uma forte pesquisa de necessidades do público e análise de performance de textos, com alto potencial de resultados a curto prazo.

Mas, tome cuidado. Tem muitos elementos publicitários, no entanto esses conceitos se distanciaram ao longo dos anos. Até mesmo porque esse conceito é beeem antigo.

Um breve olhar histórico sobre copywriting

  • 1828: o termo copy é introduzido no mercado na comunicação, indicando algo original que deve ser imitado na escrita e na impressão. Aqui o mercado do jornalismo separa informação de publicidade.
  • 1870: como uma evolução natural, agora existe o profissional responsável por produzir textos específicos para anúncios, sendo separado da redação de notícias. Ele é o copywriter.
  • Século XX: o mercado da comunicação se volta para a publicidade, valorizando muito este novo profissional e gerando fortunas para as grandes agências situadas em, principalmente, em Nova York.
  • Século XXI: há uma revolução no mercado da comunicação a partir da sua digitalização, alavancado pelos fenômenos globais de banda larga e redes sociais. É o momento do Marketing Digital.

12 dicas de copywriting para criar sua copy ideal

Além de escrever textos com conteúdo relevante, utilizar-se das técnicas de copywriting exige algumas premissas para se chegar ao texto que atrai, converte e vende. Se esses são os seus objetivos, preste atenção nessas dicas e pare de errar na produção dos seus textos!

1- Conheça seu público-alvo

De nada vai adiantar fazer um texto perfeito e apresentá-lo para um público que não está interessado no conteúdo. Sendo assim, o primeiro passo é conhecer seu público-alvo. Se tiver uma ideia clara disto, aprofunde-se ainda mais e defina a persona do seu cliente. Pense numa pessoa mesmo, idade, sexo, ocupação, interesses, hobbies e outro tipo de informação que seja relevante para entender o comportamento dessas pessoas.

Uma boa alternativa para buscar onde está seu público-alvo e entender seus gostos é explorar o Audience Insights. Falamos bastante sobre isso em outro post:

Assim, será possível produzir um conteúdo direcionado para os seus potenciais consumidores, com estilos, chamadas e situações que se aproxime às deles, aumentando a possibilidade de conversões.

2- Crie títulos atraentes

Pense numa loja com uma vitrine feia. Assim será seu texto com um título pobre. Ou seja, seu público vai procurar pela próxima vitrine. Existem diversas técnicas para criação de headlines perfeitas para cada objetivo. Perguntas, provocações, soluções, estatísticas e chamadas diretas são alguns exemplos de bons títulos que irão chamar a atenção.

Dica técnica: título direto, conciso (em torno de 55 caracteres) e contendo a(s) palavra(s)-chave que você escolheu.

Isso tudo o ajudará não só a chamar atenção de quem acessa seu texto, mas também é um dos elementos mais importantes para estar bem ranqueado nas buscas do Google.

3- Seja direto

Já falamos disso no item acima, mas é importante reforçar que o texto também deve ser objetivo e direto. Principalmente no sentido de chamar a atenção do leitor, é imprescindível usar verbos no imperativo, que despertem o sentimento de pertencimento àquilo e necessidade de executar alguma ação.

Certifique-se de cumprir a promessa de seu título na primeira linha do post, por exemplo. Se o seu leitor clica e não vê o que foi prometido imediatamente, ele sai do seu site.

4- Conte sua história

Uma das melhores estratégias para criar uma forte conexão com o seu público é contando uma bela história. Essa técnica é chamada de storytelling, e cria empatia com o público que passa a vivenciar o que está lendo e se colocar naquela situação.

Quer saber como fazer isso? Com vocês, o cineasta Andrew Stanton:

5- Escreva naturalmente

A pessoalidade na escrita também pode se tornar um grande diferencial. Ao invés de parecer aquele atendente chato de telemarketing tentando vender algo, a escrita natural – em determinadas ocasiões podendo chegar muito próximo ao jeito como você fala – acaba soando como um conselho de amigo.

Seguindo essa dica, você passará a se aproximar do seu leitor, criando uma conexão e facilitando a leitura.

6- Valorize a palavra-chave

As palavras-chave são essenciais para que seus textos sejam exibidos no Google, essa é uma das premissas do SEO. Mais que isso, dê atenção e valorize sempre o assunto principal da sua copy. Durante toda a construção do seu texto você deverá enfatizar sempre o tema do texto.

Pegando esse texto mesmo, aaacho que você já deve ter percebido que a palavra-chave escolhida é copywriting, certo? Então, você vai encontrar esse termo durante toda a construção do meu artigo. Mas tenha cuidado, não exagere e respeite seu leitor 😉

7- Mostre os benefícios

Não há uma regra, mas em boa parte dos casos as pessoas estão em buscas de benefícios diferenciais do produto. Em alguns casos específicos, é bem verdade, as características ou até detalhes técnicos do produto podem fazer diferença.

Landing Page de venda utilizando copywriting
Foco nos benefícios e não em características técnicas. E, nesse caso, um combo benefícios + design + botão com CTA.

Quando você detalha demais o seu produto ou serviço e esquece de mostrar os benefícios, ou até os ganhos que o consumidor terá com esta experiência, você acaba focando em decisões racionais. E o grande diferencial de uma boa copy é atacar o emocional do leitor.

8- Gatilhos Mentais

Já que a deixa foi dada na dica anterior, chegamos a um dos grandes diferenciais do copywriting. Os gatilhos mentais são estímulos que o nosso cérebro recebe, que influenciam diretamente a nossa tomada de decisão. Com tantas ofertas e opções de escolha, funcionamos em “piloto automático” para evitarmos o esgotamento. Estimular de forma estratégica estes gatilhos é uma poderosa arma de persuasão.

Entre os principais gatilhos, destacamos 6: reciprocidade, aprovação social, afinidade, autoridade, compromisso e escassez. E para saber mais sobre esta importante técnica de persuasão, acesse o IGTV da Gama e confira nossa série de vídeos sobre Gatilhos Mentais.

Série do IGTV, sobre Gatilhos Mentais
Bernardo Krebs apresenta os 6 principais Gatilhos Mentais, no IGTV da Gama.

9- Estruture seu texto

O comportamento dos usuários de internet é muito parecido, independente do que buscam e do seu perfil pessoal: multitarefas! Sendo assim, não queremos perder tempo, certo? Porém, para atender a essas demandas é preciso considerar os canais onde esse texto será apresentado. Por isso, quebras de texto com parágrafos curtos, bullet points e diversificação de mídias funcionam muito bem.

Brinde pra vocês, queridos leitores: uma estrutura de texto básica, como guia de redação.

Outro ponto importante é o visual deste conteúdo. Garanta que a experiência do usuário seja positiva, com elementos visuais interessantes, design da página, estrutura atraente, de forma que ele possa se sentir em um ambiente agradável para leitura.

Além disso, é muito importante entender seu público para saber qual será o tamanho do seu texto. Em determinadas situações, a melhor forma de manter o leitor interessado no seu conteúdo é um texto mais curto, mas recheado de informações relevantes. Nada de enrolação.

No entanto, textos mais longos tendem a ser melhor otimizados para buscas no Google. Sendo assim, é preciso haver um equilíbrio, determinado pelo seu objetivo final.

10- Nunca desconsidere a revisão

Que o texto precisa ter qualidade, isso nem precisamos dizer, não é mesmo? Então, nunca desconsidere a revisão. Muito além das técnicas, os erros ortográficos no texto certamente afastarão seu leitor. Reler o seu texto servirá para corrigir erros de digitação, formatação, pontuação, concordância, entre outros.

Dica técnica: não faça a revisão imediatamente após o término da redação. Os olhos ainda estarão “viciados”, então certamente você deixará passar algum errinho. Faça uma pausa, execute outras atividades e depois volte para o seu texto.

11- Crie a CTA perfeita

Chegando quase no final da lista de dicas, nos deparamos com um dos grandes diferenciais da técnica de copywriting. Do inglês Call to Action (chamada para ação), a CTA definirá qual ação o leitor deverá executar ao ser persuadido – ou não, dependerá de você – pela sua copy. É o momento de conversão que você escolheu ao conduzir todo seu texto.

Copywriting: CTA de impacto
Este é um exemplo de CTA mais agressiva, que aparece tanto ao largo da copy quanto neste pop-up.

Essa chamada precisa ser bem clara, estar em total consonância com o restante do texto e ainda estar localizada em um ponto chave do texto: onde o leitor irá concluir sua vontade. Não use botões com palavras soltas, como “comprar”, “baixar” ou “cadastrar”. É importante que seja uma frase persuasiva e direta, que chame seu potencial consumidor, como “fazer download do ebook”, “assinar lista VIP” ou “cadastrar na newsletter”.

12- Crie seu estilo de copywriter

A última dica acaba sendo um compilado de todas as anteriores. Os melhores redatores e copywriters possuem seus próprios estilos de escrita. Levando isso em conta, usuários tendem a simpatizar com formatos de escrita que demonstram pessoalidade, então nada melhor que encontrar textos com uma estrutura amigável. É isto que gerará recorrência nos seus leitores.

Depois dos primeiros textos utilizando as técnicas de copywriting, você começará a construir seu próprio estilo, ou até mais de um estilo de escrita adaptado para cada objetivo.

Copywriting infantil
Mesmo que você já saiba escrever, estude bastante para conseguir aplicar as técnicas de copywriting e produzir textos de “gente grande”.


RESUMO
  • Copywriting é uma estratégia de produção de conteúdo com o objetivo de guiar a sua audiência para a tomada de decisão do seu interesse;
  • Considere fortemente o uso dessa técnica se você precisar criar textos que vendem;
  • O conceito não é novo, mas evolui cada vez mais e migrou da publicidade para o marketing;
  • Textos que vendem são persuasivos, informais e emocionais. Pense nisso;

Confira abaixo um vídeo bem completo sobre copywriting, com a palestra de André Cia, copywriter e estrategista em lançamentos de produtos digitais, no Fire Festival 2019:

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PÚBLICOS PERSONALIZADOS: COMO ANUNCIAR PARA QUEM JÁ SE RELACIONA COM O SEU NEGÓCIO?

Você sabia que é possível fazer anúncios direcionados para quem já executou alguma ação no seu estabelecimento ou nos seus canais digitais? Estes são os públicos personalizados, fundamentais para não começar do zero a segmentação do seu público-alvo.

O universo dos anúncios no Facebook (e isto inclui o Instagram) pode parecer algo um tanto assustador para quem nunca se aventurou nessa plataforma. Dependendo do seu objetivo final e do nível de especificidade da sua campanha paga, realmente os anúncios podem apresentar uma complexidade sem tamanho. Daquelas atividade que realmente só especialistas podem desenvolver.

Por outro lado, existem diversas opções que estão ao alcance de qualquer usuário que decida começar a investir em anúncios no Facebook. Ações estas que vão desde a escolha de público, passando pela definição de orçamento e até mesmo um simples botão “impulsionar publicação” (Confira AQUI o link para o nosso post).

Público-alvo no Facebook

No entanto, saiba que para anunciar no Facebook sem jogar dinheiro fora é fundamental ter muito bem definido quem é seu público dentro da plataforma. Isto porque todos anúncios são direcionados para um público pré-determinado, escolhido por você! Assim sendo, se você errar nessa etapa, já era. Já imaginou um negócio local anunciando delivery de pizzas para pessoas no Brasil inteiro?! Acreditem, acontece bastante!

Mas então como fazer pra acertar em cheio no público-alvo?! Teste! A não ser que você seja uma marca já consolidada e com um público digital previamente validado, é necessário fazer alguns testes. Para entender tudo isso, vamos começar te explicando quais são as opções de público disponíveis.

Para criar novos públicos e poder explorar todas funcionalidades que eles oferecem, sempre recomendamos fazer isto na plataforma de públicos do Facebook Business. Ali, você terá quatro opções de públicos personalizados:

1) Público Salvo

Para criar um conjunto de anúncios, é necessário criar um público. E o ‘público salvo’ é o mais básico de todos. Consiste em um público segmentado por localizações, faixa etária, gênero, direcionamento detalhado e conexões. É tão simples definir estas funções que você pode optar por escolhê-las na hora que for criar seu conjunto de anúncios.

Público salvo
Simulação na tela, com uma segmentação para mulheres, de 25 a 54 anos, que estiveram no Rio Grande do Sul.

2) Público Personalizado

Para que você não precise fazer tantos testes com públicos salvos, o Facebook te permite criar segmentações a partir de uma fonte de envolvimento do público com o seu negócio. E isto pode ser digital (seguidores no Instagram e no Facebook, visualizações de um vídeo, entre outros) ou físico (lista de clientes, tráfego no site, entre outros).

público personalizado
Estas são as 11 opções de fontes para se criar um público personalizado.

3) Público Semelhante

Nesta etapa mais aprofundada, você poderá ampliar qualquer público personalizado, alcançado outras pessoas similares a este. Esta busca é feita pela própria plataforma, que cria públicos em nível nacional e podem, mais tarde, ser também segmentados novamente por qualquer definição dos públicos salvos.

público semelhante
1) existem diversas fontes, a maioria originada das mesmas fontes dos públicos personalizados 2) localização em nível mínimo nacional 3) percentual em relação à população na localização escolhida.

4) Público de Anúncio Especial

Use as informações existentes sobre as pessoas que você deseja alcançar para criar um novo público com comportamento online semelhante. É parecido com os Públicos Semelhantes, porém originado de campanhas que incluem uma categoria de anúncio especial.

público de anúncio especial
Layout e opções iguais às dos públicos semelhantes.

Quais são os tipos de públicos personalizados?

Campanhas pagas de sucesso dependem essencialmente da escolha de público. Já falamos disso né? Então, não custa repetir. Existem hoje 11 fontes diferentes para se obter um público personalizado, divididas entre 7 fontes originadas dentro das redes sociais (Facebook e Instagram) e 4 fontes de fora das redes sociais.

Para se atualizar de tudo, acompanhe o que ensinaremos a seguir e entenda como explorar cada opção de público personalizado oferecida pelo Facebook.

Página do Facebook

Caso a sua página do Facebook tenha um bom nível de envolvimento dos fãs, com curtidas, comentários e compartilhamentos frequentes, esta é uma ótima opção. Engajamento de forma orgânica é um ótimo sinal, de que estes usuários realmente se interessam pelo seu negócio. Sendo assim, este público personalizado será relevante, servindo muito bem como base para Público Semelhante ou até mesmo para anúncios extremamente específicos.

Selecionando esta opção de público personalizado, você ainda deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de envolvimento você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 365 dias:

  • Todos que se envolveram com sua página
  • Qualquer pessoa que visitou sua página
  • Pessoas que se envolveram com qualquer publicação ou anúncio
  • Pessoas que clicaram em qualquer botão de chamada para ação
  • Pessoas que enviaram uma mensagem para sua página
  • Pessoas que salvaram sua página ou qualquer publicação
público personalizado: página do facebook

Perfil comercial no Instagram

Assim como na escolha de uma página do Facebook como origem para um público personalizado, esta segue quase os mesmos padrões. Porém é necessário ter um perfil comercial ativo no Instagram para que esta opção esteja habilitada.

Selecionando esta opção de público personalizado, você ainda deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de envolvimento você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 365 dias:

  • Todos que se envolveram com seu negócio
  • Qualquer pessoa que visitou seu perfil comercial
  • Pessoas que se envolveram com qualquer publicação ou anúncio
  • Pessoas que enviaram uma mensagem para o perfil do seu negócio
  • Pessoas que salvaram qualquer publicação ou anúncio
público personalizado: perfil comercial no instagram

Vídeo

Podendo escolher entre visualizações de vídeos postados em anúncios, no Facebook e no Instagram – ou em ambos –, esta é uma opção excelente para criar uma base de público com pessoas interessadas no seu negócio. Visualizações de vídeos usados em conjuntos de anúncios também servem como fontes de público.

Selecionando esta opção de público personalizado, você deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de visualização você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 365 dias:

  • Pessoas que visualizaram pelo menos 3 segundos do seu vídeo
  • Pessoas que visualizaram pelo menos 10 segundos do seu vídeo
  • Pessoas que visualizaram todo seu vídeo ou pelo menos 15 segundos (ThruPlay)
  • Pessoas que visualizaram 25% do seu vídeo
  • Pessoas que visualizaram 50% do seu vídeo
  • Pessoas que visualizaram 75% do seu vídeo
  • Pessoas que visualizaram 90% do seu vídeo
público personalizado: vídeos

Eventos

Para quem promove eventos no Facebook, esta opção é certeira! Nada melhor que anunciar diretamente para quem já se interessou ou se envolveu com um de seus melhores eventos, não é mesmo? E são várias as alternativas para segmentar esse público, adicionando ou removendo os critérios de segmentação:

  • Pessoas que responderam Comparecerei ou Tenho Interesse
  • Somente pessoas que responderam Comparecerei
  • Somente pessoas que responderam Tenho interesse
  • Pessoas que visitaram a página do evento
  • Pessoas que interagiram com a página do evento, incluindo curtidas, compartilhamentos ou comentários
  • Pessoas que interagiram com ingressos comprando ou entrando no fluxo de ingressos
  • Pessoas que compraram ingressos
  • Pessoas que entraram no fluxo de ingressos, mas não concluíram a compra
público personalizado: eventos

Formulário de Cadastro

Esta é uma opção bem específica e restrita, indicada somente a páginas que já mantenham uma certa recorrência nas postagens – e anúncios – de formulários de cadastros. Porém, criar um público personalizado baseando-se nessa fonte é muito assertivo, pois compila perfis que efetivamente manifestaram interesse direto no seu negócio.

Selecionando esta opção de público personalizado, você deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de interação você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 90 dias:

  • Qualquer pessoa que abriu este formulário
  • Pessoas que abriram, mas não enviaram o formulário
  • Pessoas que abriram e enviaram o formulário
público personalizado: formulário de cadastro

Experiência instantânea

Assim como a alternativa citada ali acima, esta é uma opção bem específica e restrita, indicada somente a páginas que já tenham bons retornos em experiências instantâneas. Por consequência, criar um público personalizado baseando-se nessa fonte é da mesma forma assertivo, pois listará pessoas que efetivamente interagiram com a postagem.

Selecionando esta opção de público personalizado, você deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de interação você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 365 dias:

  • Pessoas que abriram esta experiência instantânea
  • Pessoas que clicaram em qualquer link desta experiência instantânea
público personalizado: experiência instantânea

Shopping

Fonte adicionada à lista em abril desse ano. Para ter esta segmentação habilitada, é necessário que sua página tenha uma loja online, com catálogo, criada e otimizada, seja no Facebook ou no Instagram. Sendo assim, a segmentação listará todos perfis de pessoas que interagiram ou manifestaram interesse em seus produtos.

 Selecionando esta opção de público personalizado, você deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de interação você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 365 dias:

  • Pessoas que visualizaram algum produto
  • Pessoas que adicionaram algum produto ao carrinho
  • Pessoas que compraram algum produto
público personalizado: shopping
Note que, nesta simulação, está marcada a opção “70 dias”. Isto ocorre porque esta fonte está disponível desde abril deste ano, portanto o limite se remeterá a esta data, até que seja possível escolher o tempo máximo de análise: 365 dias.

Site (pixel do Facebook)

Uma das opções mais utilizadas para criação de público personalizado, é muito eficaz em técnicas de remarketing. Se você tem um site com bom fluxo de visitas, poderá se valer dessa oferta para criar públicos com pessoas que já visitaram seu site e executaram alguma ação dentro dele.

Para que essa técnica funcione, é necessário instalar o Pixel do Facebook (confira nosso post no Instagram sobre pixel), que é muito parecido com o analytics do seu site. Assim, você conseguirá criar públicos personalizados inclusive a partir de visitas em páginas específicas.

Sabe aquele dia que você visitou uma loja online atrás de um produto, desistiu de comprá-lo e passou a receber anúncios desse produto em TODOS seus canais digitais? Então, saiba que você está dentro do pixel deste site 😉

público personalizado: site (pixel)

Lista de clientes

Para criar um público personalizado a partir de uma lista física de clientes, é preciso cumprir vários pré-requisitos do Facebook. Porém, é assim que você conseguirá transportar o físico para o digital. As informações dessa lista são chamadas de “identificadores”: e-mail, número de telefone, endereço, entre outros Elas são usadas para ajudar você a encontrar os públicos que deseja que seus anúncios alcancem.

Tendo “em mãos” um arquivo CSV ou TXT que inclui esses identificadores, você estará apto a utilizar para criar um público a partir da lista de clientes. Não é tão simples quanto parece ter essa lista completa e útil para que o Facebook consiga mapear esses perfis. Pensando nisso, a própria plataforma oferece um modelo de arquivo para que você possa entender mais facilmente.

público personalizado: lista de clientes

Atividade em apps

Como o nome sugere, esta opção seleciona pessoas que interagiram com seu app. Porém, não adianta somente ter um aplicativo, ele também deve estar integrado ao Facebook. Com o SDK do Facebook você pode transmitir dados do seu app para a plataforma e usá-los para especificar quem você deseja incluir no seu público personalizado.

Selecionando esta opção de público personalizado, você deverá escolher entre alguns critérios (adicionando ou excluindo) para definir que tipo de interação você quer delimitar na segmentação, num período entre 1 e 180 dias:

  • Qualquer pessoa que abriu o aplicativo
  • Usuários mais ativos
  • Usuários por valor de compra
  • Usuários por segmento
  • Eventos (existem 14 eventos predefinidos, como “adicionado ao carrinho” em um aplicativo de comércio ou de “nível alcançado” em um jogo)
público personalizado: atividade no aplicativo

Atividade offline

É possível criar públicos personalizados a partir de atividades na sua loja física, como interações por telefone ou outros canais offline. Porém, para isso é necessário ter criado previamente algum conjunto de eventos offline, que normalmente servem para otimizar anúncios do Facebook. Parece bem complicado né? E realmente, é bem complexo e, quem sabe, assunto para um novo post dedicado somente a esta alternativa.

público personalizado: atividade offline

Próximos passos após os públicos personalizados

Assim que você escolhe sua fonte e cria novos públicos personalizados, é o momento de colocar seus anúncios “na rua”. Portanto, lembre-se do que sempre falamos: teste! Use estes públicos para testar opções de conjuntos anúncios ou mesmo impulsionamento de publicações.

Um aliado na busca pelo público-alvo ideal é o Facebook Audience Insights. Você consegue cruzar dados dos seus públicos personalizados, com outros dados obtidos na plataforma. Para entender melhor como isso funciona, confira nosso post que tratou sobre este assunto:

Outra ótima opção é validar seu público personalizado para expandir seu alcance através de públicos semelhantes. Mas isto é papo para um novo – e longo – post aqui no Blog!


Resumo
  • Públicos personalizados são fundamentais para não começar do zero a segmentação do seu público-alvo;
  • Você pode criar vários públicos personalizados baseados em pessoas que já se relacionaram com seu negócio;
  • Explore todas as ferramentas e faça testes;
  • Caso tenha dificuldades de fazer você mesmo, considere a contratação de uma agência especializada em marketing digital, ou então estude estas estratégias através do Facebook Blueprint;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.

VALE A PENA IMPULSIONAR PUBLICAÇÃO?

Impulsionar publicação é a forma mais rápida e fácil de se usar o Facebook Ads para criar um anúncio, seja no Face ou no Insta. No entanto, o recurso tem algumas armadilhas. Por isso, aqui nesse posta vamos te mostrar como aproveitar essa ferramenta no seu negócio.

(ATUALIZAÇÂO julho/2020: no novo layout do Facebook, o nome do botão foi trocado para “turbinar publicação”. Esta novidade talvez ainda não esteja disponível para todos perfils)

Na última década, o Facebook vem aperfeiçoando os anúncios na plataforma. Acreditem, houve uma época que a gente não entendia como o Facebook ganhava dinheiro, já que o acesso era gratuito. Voltando ao botão impulsionar publicação, o Face lançou este recurso em 2012 como solução para negócios que quisessem investir pequenos valores para direcionar suas publicações a públicos específicos. À época, a rede social era essencialmente utilizada como relacionamento, lembram? Então, isto evoluiu bastante desde então e hoje é apenas uma das formas de se obter tráfego pago na plataforma.

Botão impulsionar publicação

Se você tem uma página no Facebook (uma fanpage, não confunda com seu perfil pessoal) certamente já viu o Facebook te sugerir para impulsionar uma publicação. Ou então resolveu apelar para aquele botãozinho quando viu sua publicação não atingir o objetivo de envolvimento. Não se preocupe, acontece muito. Mas estamos aqui pra mostrar que você pode, sim, ter retorno usando este formato. Primeiro, vamos conhecê-lo!

O que é a função ‘impulsionar publicação’

O Facebook oferece às páginas da plataforma a opção de impulsionar uma publicação. Isto significa investir um valor, diário ou por um tempo determinado, e direcionar esta publicação para um tipo de público que você escolhe. Dependendo do formato da publicação, você também definirá qual opção será melhor para o seu objetivo. Gerar engajamento, obter visualizações no vídeo e visitar o perfil são algumas das opções.

Impulsionar com poucos cliques

No Facebook, todas publicações que se enquadrem nas diretrizes de anúncios aparecerão com um botão IMPULSIONAR PUBLICAÇÃO. Ao clicar nesse botão – sabemos que é tentador, não se preocupe J – o menu de impulsionamentos se abre, indicando algumas definições: objetivo, tipo de público, posicionamentos (pode ser impulsionado para o instagram, mesmo que você não tenha um perfil lá), orçamento e duração. Em poucos minutos, sua publicação será impulsionada.

Print da Fanpage da Gama indica onde impulsionar publicação
Na página inicial da Fanpage da Gama, as duas opções de botão para Impulsionar Publicação.

Ainda há a opção de impulsionar uma publicação através do botão PROMOVER (localizado após o menu da página), que leva o usuário à Central de Anúncios, presente em todas as páginas do Facebook.

Funcionalidades dos impulsionamentos

Diferente de uma campanha de anúncios, planejada e concebida no Gerenciador de Anúncios, nos impulsionamentos você terá algumas funcionalidades restringidas. Vamos a elas:

  • Públicos: um dos recursos mais completos, permite ao anunciante definir várias etapas da segmentação de público, muito parecido com o que acontece numa campanha de anúncios;
  • Posicionamentos: seus anúncios só poderão ser vistos nas plataformas Facebook, Instagram e Messenger;
  • Objetivos: você terá, no máximo, cinco opções de metas para seu impulsionamentos. Alguns objetivos não são suportados, como conversões e geração de cadastros, por exemplo;
  • Criativo: nome dado ao visual do seu anúncio, neste caso ele será exatamente como a sua publicação. Você não poderá editar nem a imagem, nem o texto.
Layout da fanpage da Gama no Facebook para dispositivo móvel
Promover ou não promover?

Impulsionar publicação: prós e contras

Assim como todas ferramentas disponíveis nas redes sociais, não existe uma que seja a opção perfeita. Isto porque cada definição depende exclusivamente do objetivo de cada pessoa, de cada negócio. Sendo assim, vamos às vantagens e desvantagens de se impulsionar uma publicação.

Vantagens

  • Rápida configuração: Você não levará mais de cinco minutos para definir um anúncio optando por impulsionar publicação. Além de ser bem intuitivo, as dicas do Facebook tornam tudo ainda mais fácil.
  • Facilidade de uso: Se você não é um especialista em marketing, relaxe. Isto porque não há necessidade de muitos recursos técnicos para impulsionar publicações. Este é um recurso pensado justamente para descomplicar os anúncios.
  • 2 em 1: Pense nas suas publicações planejando que elas poderiam ser impulsionadas. Assim, sempre que você publicar algo na sua página, ela poderá servir também como um anúncio. Isto certamente aumentará sua taxa de conversão.
  • Reconhecimento: Com um investimento de pelo menos 6 reais, você poderá impulsionar sua publicação por 24 horas. Pouco, né? Com um público bem definido, isso certamente irá gerar envolvimento, o que aumenta o status da sua empresa. Uma publicação com engajamento gera, naturalmente, interesse em usuários que chegarem até ela.

Desvantagens

  • Segmentação restrita: São 4 configurações de público diferentes, mas nenhuma delas é 100% eficaz. A melhor delas é criar um público segmentado, escolhendo faixa etária, gênero, localização e interesses. Mesmo assim, algumas definições importantes não estarão disponíveis. As outras opções são ineficientes, pois visam ao alcance mas sem entregar o retorno necessário. São elas: seguidores da sua página, amigos dos seguidores e pessoas num raio de localização.
  • Objetivos limitados: Mesmo oferecendo opções diferentes de metas, o objetivo acaba sendo sempre o mesmo: exibir sua publicação para o maior número de pessoas e gerar grande alcance. Assim sendo, ele deve ser utilizado como apoio numa estratégia de reconhecimento de marca, mas nunca com o objetivo final de conversão em vendas.
  • Links como enfeite (ou até empecilho): Como falamos antes, o maior objetivo do recurso é exibir seu anúncio para o maior número possível de pessoas dentro do seu orçamento. O que acontece é que, mesmo escolhendo uma boa CTA (call to action = chamada para ação), provavelmente a publicação não levará o usuário a executar essa ação, mas ainda assim terá envolvimento.
  • Impressões simplificadas: sendo a sua publicação impulsionada com objetivo de obter grande alcance, você poderá até gerar o envolvimento que está buscando. Porém, o Facebook acaba priorizando impressões baratas, como o feed em dispositivo móvel. O resultado disto é que seu lead não será tão qualificado, consequentemente pouco provável que se torne um cliente.

O veredito final: Vale a pena impulsionar uma publicação?

Iéié, pegadinha do Mallandro! Pois é, pessoal, não existe um veredito final! Esta resposta vai depender exclusivamente do seu objetivo com a estratégia de investir em tráfego pago. Mostramos que este não é o formato de anúncios que reúne o maior número de funcionalidades. Por outro lado, é tão simples e barato que está ao alcance de qualquer orçamento de uma empresa que queira investir em marketing digital.

Com a diminuição de alcance de posts orgânicos e até mesmo de envolvimento dos usuários na plataforma, o Facebook tem criado diversos mecanismos para qualificar seus anúncios. Isto inclui até mesmo uma plataforma de estudos gratuita, o Facebook Blueprint.

Saiba mais sobre o Facebook Blueprint no nosso post lá no Insta:

Se o seu objetivo é dar os primeiros passos nas ferramentas de anúncios, quer fazer testes para validar seu público-alvo ou simplesmente gosta de ver suas publicações com muito envolvimento, pode confiar no impulsionamento de publicação. Mas, como em tudo que recomendamos, faça isso com um planejamento prévio.

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Resumo
  • Impulsionar uma publicação é simples, mas demanda certos cuidados para não se desperdiçar dinheiro;
  • Explore todas funcionalidades que este recurso oferece;
  • Impulsione suas publicações como estratégia de apoio ao Marketing Digital;
  • Avalie prós e contras, e defina o que é melhor para o seu negócio;
  • Caso não saiba como fazer, procure a Gama;

Gostou do nosso conteúdo? Se você acha que isso tudo faz sentido para o seu negócio e quer saber um pouco mais sobre como colocar em prática, estamos aqui! Feedbacks são ótimos e a gente adoraria colaborar ainda mais com você. Escreva para o Fernando Potrick, nosso head de conteúdo: potrick@gama.etc.br.